Chuva entre a madrugada e manhã desta sexta-feira em Fortaleza deixa ruas e avenidas alagadas

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A chuva em Fortaleza, durante a madrugada e a manhã desta sexta-feira (31), deixou ruas e avenidas alagadas por toda a Capital.

Filas de carros se formaram durante a manhã na descida do viaduto da Avenida Alberto Craveiro, no Bairro Castelão. Na BR-116, o tráfego de veículos ficou intenso e com congestionamentos. Motoristas precisaram dirigir com cuidado, já que a pista ficou com acúmulo de água.

No Aeroporto de Fortaleza, a água da chuva alagou parte do piso superior do equipamento. No fim de semana, rajadas de vento arrancaram parte do teto.

Na Avenida Raul Barbosa, próximo ao viaduto da Avenida Almirante Henrique Sabóia (Via Expressa), os motoristas precisaram dirigir com atenção. Os alagamentos no trecho trouxeram prejuízos para um motorista. Enquanto ele passava pela via, por volta de 1h da madrugada, o veículo apresentou problemas mecânicos, após passar pelo alagamento que se formou. O trânsito ficou mais lento que o habitual nas Avenidas Bezerra de Menezes, Frei Cirilo, Presidente Costa e Silva, Leste-Oeste e Washington Soares.

A situação é complicada também na Avenida Dom Luís. A via está alagada e o trânsito está congestionado. “Aqui está um caos. Tudo parado e alagado”, afirmou a motorista Aurilene Lima de Melo.

Após as precipitações, a água acumulada na Avenida Heráclito Graça, no Centro, deixou um automóvel, submerso nesta manhã. Outros três veículos e uma caminhonete ficaram também submersos. Moradores tentam levar um dos veículos para um lugar seguro.

A previsão da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) para Fortaleza nesta sexta-feira é de chuva principalmente pela manhã.  De acordo com o órgão, a aproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e da atuação de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) no leste do Nordeste podem colaborar para precipitações, não só em Fortaleza, como também em todo o Estado. Com maior intensidade na Ibiapaba,  Litoral Norte e do Pecém. Há chances, mas com menor abrangência, nas demais macrorregiões.

DN


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